Quem Somos

Latitude Zero

.1 Quem somos.
Cidadãos residentes em Portugal, alguns naturais  de África, que procuram manter  acções de solidariedade  com povos lusófonos, no intocável respeito  mútuo pela cultura, história e sangue comuns; promovemos a língua Portuguesa,  como forma de atingir estes  objectivos, no quadro de respeito pela pessoa e pelo meio ambiente.

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A equipa é composta por diversos elementos, perfeitamente identificados com a filosofia do projecto, cada um com a sua especialidade. Garante-se assim a segurança e progressão dos intervenientes, em terrenos inóspitos, o cumprimento dos objectivos propostos  e o contacto  humano com as populações mais isoladas. É integrada por militares com experiência em situações de risco e conflito, psicólogo e médico com experiência em emergência, especialista  em comunicações via satélite, repórteres de imagem e fotográfico, jornalistas, etc.
Todos dispõem de experiência em condução fora de estrada, coordenados por dois especialistas em orientação e trial de competição.

.2 Equatorial Challenge.
Na sequência  de uma visita a São Tomé e Príncipe, país onde nasceu, João Brito e Faro sentiu necessidade  de contribuir, de forma activa, para o desenvolvimento do seu país natal elegendo como vectores de intervenção, a promoção turística do país, a manutenção e reforço de laços entre povos, pelo reforço da língua e cultura portuguesas e, por último, a ajuda nas áreas da saúde e bemestar das populações.

.2.1. Três expedições realizadas em 2003, 2004 e 2005 permitiram aproximar populações ao tornar transitáveis estradas deixadas de utilizar há dezenas de anos; foram reconstruídas duas pontes.

.2.2. Foram recolhidos, junto de editoras nacionais, cerca de 45 000 volumes de livros diversos e material multimédia que permitiram:

– Dotar de manuais várias escolas de São Tomé e Príncipe que tinham absoluta necessidade deste material, beneficiando centenas de alunos.
– Reforçar o acervo de autores  Portugueses de diversas bibliotecas regionais e a própria Biblioteca Nacional de São Tomé e Príncipe.[1]

.2.3. Beneficiação do Lar Teresiano de São João dos Angolares com a pintura do edifício, a oferta de livros e material  didáctico bem como a oferta  de redes-mosquiteiro (prevenção da malária) às alunas do internato.

.2.4 Fornecida medicação diversa e material médico-cirúrgico à missão da AMI naquela região, e ao hospital de São Tomé com especial destaque para um desfibrilhador portátil. 

[1] Excerto de carta do Dr. Luís Castelo Branco, Adido Cultural da Embaixada de Portugal em São Tomé e Príncipe e Director do Centro Cultural Português – Instituto Camões:

O material escolar oferecido pela organização da Expedição Latitude Zero – Equatorial Challenge, composto na sua maioria por livros escolares de várias disciplinas e referente a diversos níveis de escolaridade, foram uma mais valia para as várias bibliotecas e escolas de São Tomé e Príncipe. Os livros oferecidos foram canalizados para diversas bibliotecas regionais do país, nomeadamente nas localidades de Neves, Guadalupe, Santana, cidade de São Tomé e de Santo António do Príncipe. Face à ausência de manuais escolares no país, esta oferta foi importante para suplantar várias carências existentes, nomeadamente no campo da matemática e das ciências. Paralelamente, o elevado número de exemplares oferecidos permitiu fazer uma doação ao Ministério da Educação de São Tomé e Príncipe para que os pudesse  distribuir pelos alunos do ensino secundário no ano lectivo 2005-2006”.

.3 Modo de acção.
Para a consecução dos seus objectivos são mobilizados recursos quer junto de empresas, quer de instituições.

A  nível institucional  contámos  já com o alto patrocínio do anterior  Presidente  da Republica Portuguesa, Dr. Jorge Sampaio, com os apoios do Governo de São Tomé e Príncipe, consulado de São Tomé e Príncipe no Porto, Universidade do Porto, Uccla, Ipad e Câmaras Municipais de Sintra e Matosinhos.

A nível empresarial, as expedições a São Tomé e Príncipe contaram com o apoio de empresas de muito diversas  áreas,  desde editoras  como a  Texto e  Porto  Editora, químicas  (CIN  e  Sotinco),
farmacêuticas  (Cofanor), de  equipamento   médico (Siemens),  de  transportes  (Air Luxor e Supermaritime) e de comunicação (Lusa, Rádio Renascença, TSF, RTP,  SIC, TSM e inúmeros jornais e revistas). Muitas outras empresas se associaram ao evento, por se terem identificado em pleno com a filosofia do projecto.

Que retorno de investimento para os nossos patrocinadores? 

Além do retorno  intangível, decorrente da solidariedade e responsabilidade social que evidenciam, ao patrocinar  um evento com as características  do Rota Ingoré, é possível fornecer as seguintes tendências documentadas pela exposição na comunicação social, relativas ao evento Latitude Zero – Equatorial Challenge, acontecido em São Tomé e Príncipe. Tais elementos – recolha e tratamento de dados – são da responsabilidade da empresa Faxinforme [2]

Uma análise  comparativa das duas  primeiras edições, do Latitude Zero Equatorial Challenge, evidencia um espantoso aumento nos valores de retorno, na medida em que na edição de 2003 o retorno do LZEC tinha sido de 385.883 Euros e em 2004 esse valor foi de 539.168 Euros.

Este valor foi substancialmente reforçado pela exposição mediática, decorrente da participação da piloto Elisabete Jacinto.

Em 2005, sem a participação desta o valor foi de 435.423 Euros.

[2] Documentação disponível mediante pedido.